Aula 3 – Perdão

O perdão é um grande parceiro na trajetória que leva ao sucesso e à plenitude. Ao revisitar sua própria história, poderá observar os erros que cometeu até aqui, as falhas que atribuiu a quem esteve ou está ao seu redor, e desculpar a si mesmo e aos outros por tudo aquilo que não deu certo. Terá, ainda, a chance de conectar-se à sua inteligência espiritual, o que lhe permitirá criar relações mais afinadas, bonitas e leves com tudo e todos aqueles que o cercam.

Depois da aula sobre perdão, eu gostaria de saber:

- Você tem uma história de perdão que gostaria de compartilhar comigo?
- Qual é? Fique à vontade para escrever. Eu quero ouvi-lo.

Nosso próximo assunto será: NOVO COMPORTAMENTO.


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Com amor e luz,
Heloísa Capelas

6 respostas em “Aula 3 – Perdão

  1. MAUREEN TICIANA

    Eu tenho uma história, mas acho que ainda não perdoei a pessoa que me magoou. Eu acho que perdoei, mas qdo surgem determinadas situações, percebo que sinto uma raiva tão grande dessa pessoa, juntamente com uma raiva de mim por ter me deixado levar por ela. E ai me questiono se realmente a perdoei, ou se falo isso da boca pra fora. Vejo que não consigo tocar minha vida pra frente, que coisas do passado vivem batendo a minha porta, pra me lembrar do quanto fui burra em confiar tanto em uma pessoa.

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  2. Ana Cristina Moreira da Silva

    - Você tem uma história de perdão que gostaria de compartilhar comigo?
    Sim. Várias!
    - Qual é? Fique à vontade para escrever. Eu quero ouvi-lo.
    Bem, vou contar uma experiencia de infancia. Meus pais trabalhavam e eu e meu irmão ficavamos com uma tia, irmã de meu pai. Ela é uma pessoa bastante autoritária e represora. Apesar de nunca bater usava palavras muitoagresivas para conseguir que fizessemos oqueelamandava. Desqualificando a gente. Lembro de frases como: Vai calçar esses gadanhos! Vai pentear esse pichain! Olha os modos,estão se comportando como crianças mal educadas!
    Digo que ela contribuiu para queeuficasse comuma autoestima pessima, Eu tinha verdadeiro problema em me relacionar com meu corpo. Achava-me feia e desengonçada.
    Hoje sinto enorme gratidão por ela ter podido ajudar nossos pais a criarem a gente.

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  3. Giovanna Cotta Carvalho

    Olá Heloísa,
    a minha história de perdão é sobre o meu pai. Assistindo a esse curso sempre me vem a mente comportamentos da minha mãe que eu acredito que tenham me levado a ser quem eu sou. Então eu comecei a pensar, “e o meu pai? Era perfeito? Não errou em nada?” e me lembrei que teve uma época na minha infância que eu parei de conversar com ele. Estava chateada porque ele batia em mim e meu irmão. Eu achava aquilo um absurdo e uma humilhação. Nem me lembro como voltamos a conversar, mas eu o perdoei tão profundamente que quase não conseguia me lembrar disso. Pensando agora, ele nos batia pela maneira como foi criado por seus pais, em uma casa onde não havia diálogo com crianças, se resolvia batendo. Quanto a minha mãe, ela parece ser mais complexa. Eu não carrego mágoas dela e também acredito ter perdoado que muitos de meus medos e inseguranças tenham vindo dela, mas, apesar de tê-la perdoado eu ainda não consegui transformar esses sentimentos e comportamentos dentro de mim.

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  4. Daise

    Obrigada, Heloísa, por me lembrar do perdão. Perdoar a todos procurando entender o porque que nos magoamos. Exigimos comportamentos dos outros, mas nem sempre retribuímos. Nos dias atribulados em que trabalho no que já não gosto mais, me esqueço do perdão. Quero mais do que nunca meu auto conhecimento, a modificação de minhas velhas crenças e o perdão a mim e quem quer que eu esteja segurando no meu inconsciente…Irei em busca destas verdades, com coragem!
    Obs: Já li o seu atual livro. Estou lendo de novo alguns tópicos dele…

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  5. neusa gama

    Na verdade a minha história de perdão é com a própria vida , com as circunstâncias e até com o próprio tempo, ou melhor ,a época em que fui educada, já que o tempo de formação da minha personalidade, do meu modo de ser , aconteceu numa época em que os conceitos educacionais, sociais, comportamentais eram muito rígidos e padronizados. Então os pais, a escola, a sociedade contribuíram para o meu modo de ser. Não tenho nada a perdoar porque entendo isso tudo. Mas toda essa vivência ficou cristalizada em mim.

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  6. Mateus

    Minha história é bem parecida com a sua, eu fui criado para sem uma pessoa mediana, porém eu não me tornei aquela pessoa que meus pais gostariam, eu sempre quis muito mais da minha vida, procurei e procuro me desenvolver em inúmeras áreas, investi e tenho um negócio dentro da propriedade de meu pai e a discussão é constante entre nós. Ainda não perdoei, porém, preciso entrar neste caminho agora e desenvolver esse poder, se é que posso chamar assim.

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